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Vultus Persefone
Oooooolá, filhotes de Belzebu banhados ao sangue!

Mês passado eu saí com o boy e fomos na Nerdz, que era a antiga Loja Jambô, na Cidade Baixa, em Porto Alegre. Fomos lá procurando alguns livros e manuais de 3D&T da Editora Jambô. Queria ter fotografado a loja, mas esse box eu ganhei meio que de surpresa do boy, então quando cheguei lá nem imaginava que ia ter post UAYHAUHAUHAUHAUUAHUAHUHA


Estávamos na sessão de HQs e eu tava olhando algumas e lendo os títulos pro meu namorado, daí do nada ele me falou pra ver se tinha A Piada Mortal, e quando eu achei o box, ele me deu! Acontece que no box também veio a Coringa, do Azarello, e obviamente, eu fiquei APAIXONADA. Vou mostrar algumas fotos pra vocês:






Sinopse: Um dia ruim. É apenas isso que separa o homem são da loucura. Pelo menos menos segundo o Coringa, um dos maiores e mais conhecidos vilões dos quadrinhos. E ele quer provar seu ponto de vista enlouquecendo ninguém menos que o maior aliado de seu grande inimigo: o Comissário Gordon. Cabe ao Cavaleiro das Trevas impedi-lo.

Essas primeiras fotos são da The Killing Joke. Há anos eu quero essa HQ! Eu gosto muito do trabalho do Moore, principalmente em Watchmen. O cara faz você entrar na cabeça dos personagens, te deixando muito próxima deles. Eu já tinha lido a HQ, mas eu não tinha ela pra mim, na minha coleção. Essa HQ foi a que fez o Coringa virar um dos meus personagens preferidos. Não por eu achar legal as coisas que ele faz, mas é que a construção do personagem é fantástica! Depois de ler essa obra do Alan Moore com os desenhos SENSACIONAIS do Bolland, não tem como não gostar!

Aliás, os traços do Bolland são realmente magníficos. A foto acima eu tirei para dar um exemplo: percebem como toda a cena tem os mesmos tons, mas o camarão tem outra cor? Ele sempre destaca algumas coisas nas cenas de flashback, e é mais uma forma de imersão que a história te proporciona. Eu sou muito fã do Batman, bem como fã do Gordon, e só fiquei ainda mais próxima deles. Sério.

Mais uma coisa: em julho (eu acho) foi lançada uma animação da The Killing Joke. Eu levei três noites pra assistir, de tão boring que ficou. E eles colocaram uma espécie de prequel no filme, coisa que só fez deixar sem sentido e que não teve ligação nenhuma com o resto do filme, sem contar que eu, pelo menos, achei uma história completamente desnecessária.

Agora, um pouco da arte de Azzarello e Bermejo:







Sinopse: O título Coringa, de Brian Azzarello (Batman: Cidade Castigada, Superman: Pelo Amanhã), traz com riqueza de detalhes o modo de agir do Coringa, seus aliados, suas motivações. Libertado do Asilo Arkham, o Palhaço do Crime volta à sua vida em Gotham. Ele precisa reconquistar seu território e lembrar a todos quem é realmente o dono da cidade. Mostrando o ponto de vista do submundo dos vilões, Brian inova e lança um novo olhar sobre Gotham City. Ao seu lado, Lee Bermejo (Lex Luthor: O Homem de Aço) trouxe uma nova interpretação sobre a cidade e seus habitantes com seu traço característico e de impacto.

Coringa é uma HQ que te impressiona pelo traço do artista. Bermejo é um artista de mão cheia, e provavelmente é a roupagem do Coringa que mais gosto de ver. A história é boa, mas não muito boa. É um bom insight na loucura do Coringa, em como ele usa sua manipulação, mas há um pouco menos de ação nessa HQ, se comparada à sua parceira de box.

O que acontece é que eu não gostei muito do personagem narrador, o Johnny Frost. Acho que isso foi o que me fez não gostar tanto da história assim, mas mesmo assim, eu adorei a história hahaha Fica difícil eu fazer uma análise dessa HQ sendo que primeiramente eu fiz uma análise da Piada Mortal, que pra mim, é a melhor HQ do universo (junto com Superman: The Red Son, Watchmen, Spider-man: A morte de Gwen Stacy, e Batman: O Cavaleiro das Trevas),

Mas sinceramente, a história de Azzarello é muito boa, e os traços do Bermejo fazem as coisas ficarem ainda mais interessantes na história :)

Então é isso, espero que vocês tenham gostado do Nº 35 do Desafio de Leitura Vultus Persefone, e espero poder trazer mais resenhas pra vocês! Um beijão no coração de todas e até a próxima!
Wrote by Rafaela Ivo (@vultuspersefone)
Primeiro de tudo: esse livro eu ganhei no sorteio que teve nesse post do blog da Anna Costa. A Darkside Books (MARAVILHOSA, tô só pela chegada do ano que vem pra tentar parceria com eles aqui pro blog <3) enviou pra minha casa, e eu resolvi usar esse livro pra ser o nº 37 do Desafio de Leitura VP.

Segundo: esse é meu primeiro livro da Darkside Books e eu só posso dizer que eu tô apaixonada pela marca e mais do que nunca eu quero todos os livros! Esse fim de semana eu e o boy fomos na Saraiva Mega Store do Shopping Iguatemi, em Porto Alegre, e chegando lá, tinha uma estante com vários livros da Darkside. Fiquei querendo levar todos <3 

Antes de começarem a ler o post com a sinopse, resenha e fotos, um aviso: tirei as fotos pelo celular, então perdoem a falta de qualidade, ok? :)

Quando chega uma caveirinha pra você, é impossível não ficar feliz <3


SINOPSE

O Último Adeus é narrado em primeira pessoa por Lex, uma garota de 18 anos que começa a escrever um diário a pedido do seu terapeuta, como forma de conseguir expressar seus sentimentos retraídos. Há apenas sete semanas, Tyler, seu irmão mais novo, cometeu suicídio, e ela não consegue mais se lembrar de como é se sentir feliz.
O divórcio dos seus pais, as provas para entrar na universidade, os gastos com seu carro velho. Ter que lidar com a rotina mergulhada numa apatia profunda é um desafio diário que ela não tem como evitar. E no meio desse vazio, Lex e sua mãe começam a sentir a presença do irmão. Fantasma, loucura ou apenas a saudade falando alto? Eis uma das grandes questões desse livro apaixonante.


O Último Adeus é um livro sobre suicídio. Mas não o que leva uma pessoa a cometer suicídio. Não sobre o suicídio em si. Mas sim uma história de como as pessoas que conviveram e amaram a pessoa que se suicidou ficam depois que ela se vai. E é assim que conhecemos Lex. A irmã mais velha do suicida. Durante o início do livro, é impossível não ficarmos curiosos com o que aconteceu para Ty, o irmão mais novo de Lex se suicidar.


Lex começa a escrever um diário a pedido do seu terapeuta Dave, já que ela não consegue pôr pra fora o que sente. No começo, a escrita é bem cética, ela pouco acredita que escrever vai resolver algo, mas pouco a pouco ela vai se soltando e passando a mostrar não apenas o lado da irmã do suicida, mas também o lado da garota de 18 anos que está prestes a entrar na faculdade, que não consegue mais ser a mesma pessoas com as amigas e amigos, que tem suas dúvidas, medos e o pior: a culpa. O tempo todo convivemos com a culpa de Lexie, sem entender exatamente a razão disso. 


Percebemos também, por meio dos relatos de Lex, a fragilidade de sua mãe e o distanciamento emocional que ela tem de seu pai. Tudo isso na cabeça de Lex começa a pesar, além da incrível e imensa saudade que ela sente de seu irmão. Ela se mostra o tempo todo culpada por não ter conseguido impedir seu irmão de fazer o que fez, por não ter identificado propriamente sua necessidade de dar fim à própria vida. E é muito interessante analisar essa culpa da Lex, que ela carrega durante toda a leitura que fazemos do livro, até chegar ao final e ela ter uma conclusão muito inteligente sobre o assunto.


Devo dizer que a Lex é uma personagem adorável. Gostei da riqueza com que ela foi criada, e fazia tempo que eu não me apegava tanto a uma personagem assim. Ela é inteligente, lógica, madura e sentimental. Ela é muito sagaz, e as descobertas que ela vai fazendo ao longo do livro só nos mostram quão inteligente ela realmente é. Aliás, fazia tempo que eu não me apegava tanto a um livro assim. Recebi de tarde e no fim da noite já tinha terminado o livro, só pra ficar com um gostinho amargo de saudade na boca. Mas mais além disso, me apaixonei pela imersão que a Cynthia Hand é capaz de nos proporcionar. 


Quando terminei de ler, vi a razão da autora conseguir nos inserir tanto no livro. Ela passou por isso que a Alexis passou e sabe a dor, a confusão, a culpa e tudo que vem quando algo assim acontece. Nas últimas páginas do livro, tudo acontece de maneira muito rápida e intensa, Mas quando acontece, lembramos de todas as dúvidas e suspeitas que tivemos no decorrer do livro e tudo é resolvido. Pra finalizar, o que tenho a dizer é que o livro é intenso, pesado e mesmo assim apaixonante. Sério mesmo, recomendo pra todo mundo!


Quanto à edição em si, a Darkside realmente acertou MUITO! O livro é todo ilustrado, tem esses rabiscos que a gente faz quando tá entediado com um papel e caneta na mão. Sem contar que a fonte do livro é colorida, o livro inteiro tem cor de azul bic! A capa é dura, tem marcador de página estilo Bíblia, com fitilho preso à encadernação. O livro veio com um post-it na capa, cobrindo o título. Até isso tem relação com a história. A edição é maravilhosa, não tem outra palavra pra definir.

AMEI o livro, sério mesmo. Obrigada Anna por ter feito esse sorteio, obrigada Darkside Books pela edição maravilhosa e por terem me enviado <3

Espero que vocês gostem, meninas :)
Wrote by Rafaela Ivo (@vultuspersefone)
Oi oi gurizadinha das sombras e do mal (minhas saudações tão piorando, uma hora eu paro hahaha)
Hoje eu venho trazer pra vocês a resenha de um livro do H. P. Lovecraft, que foi o autor/categoria que eu escolhi representar como parceira da Editora Hedra. É uma edição de bolso (adoro edições de bolso) muito maravilhosa, vou mostrar as fotos pra vocês darem uma olhada. E como a Hedra é parceira do insta (@vultuspersefone) e do blog, clicando aqui você tem 20% de desconto na categoria Lovecraft <3

Na resenha eu não vou dar spoiler nenhum, vou apenas contar minha experiência com esse livro e a narração do Lovecraft, ok? Então podem ler tranquilos e sem medo (a resenha, já que o livro vai dar medo siiiiim) :)


Tirando essa primeira foto, todas as outras que fiz foram com a luz do quarto apagada e à luz de velas, pra criar um clima mais sinistro. Se eu soubesse como criar um jeito de passar em fotos o mesmo horror que o livro passa, acho que tudo ficaria mais interessante haha Mas vou tentar passar na narração. A seguir, a sinopse, minha opinião sobre o livro e as fotos à luz de velas.

Sinopse

Um sussurro nas trevas (1930) narra os acontecimentos ocorridos após as grandes enchentes de Vermont em 1927. Ao ouvir histórias sobre cadáveres de animais desconhecidos boiando nas águas, o acadêmico Albert N. Wilmarth tenta vincular os relatos às crenças populares da região. O assunto ganha os jornais e a seguir entra em cena Henry Wentworth Akeley, o folclorista de Vermont que acredita na existência de cultos secretos e criaturas inumanas nas colinas do estado – e logo percebe estar diante de coisas muito mais poderosas do que seria capaz de imaginar. Um sussurro nas trevas é um dos grandes expoentes do “horror cósmico” de Lovecraft. O volume traz em apêndice dois textos inéditos em português: “Vermont – uma primeira impressão”, um poético relato da viagem que influenciou de maneira decisiva a escritura dessa novela e “O sussuro reconsiderado”, ensaio do escritor Fritz Leider, publicado originalmente na revista Haunted (1964).

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Primeiro de tudo: esse livro foi o escolhido para o tema 33, do meu Desafio de Leitura pessoal, no tema "livro de suspense/terror".

O livro é bem diagramado e a capa é maravilhosa. A arte da capa é de Tulio Caetano e se chama "Viagem a Yuggoth". A Hedra tem mais ou menos 142 livros de edição de bolso, e sinceramente, minha vontade é de ter a maioria deles! A tradução do Guilherme Silva Braga ficou muito boa, visto que em todos os momentos temos um texto fluente.

As primeiras páginas do livros nos deixam confusos, pois relatam de maneira enigmática, o fim da história, até que Wilmarth começa a explicar tudo e assim vamos nos adequando ao universo do livro. Albert Wilmarth, um folclorista, depois de publicar em um jornal uma história de estranhos corpos boiando, que foi trazida à tona depois das enchentes de Vermont, recebe uma carta de Henry Akeley, que começa a rebater a teoria de Wilmarth que dizia que aquelas lendas eram, por assim dizer, mais do mesmo, com características muito parecidas com várias outras lendas. Akeley, no entanto, falava que tinha provas da existência de tais criaturas, e aos poucos começa a introduzir Wilmarth, através de cartas, em sua própria crença sobre esse mistério.

Logo aqui, vou deixar o que eu vi ser a única crítica quanto ao livro: todas as cartas que Wilmarth recebeu de Akeley foram perdidas em determinado momento, e quando Wilmarth conta essa história, ele transcreve todas as cartas "de cabeça", como se tivesse decorado todas as palavras de Akeley para ele. Não dizendo que isso seja impossível, mas são várias cartas e todas elas são longas, como ele poderia decorar? Depois de tanto pensar sobre isso é que me liguei que talvez fosse isso que Lovecraft quisesse: deixar o leitor em dúvida, desconfiando das palavras de todo mundo em relação às lendas. Se era isso que ele queria, conseguiu!



Em uma narrativa super descritiva e que nos faz desconfiar o tempo todo de estarmos sendo observados, vemos Wilmarth sendo pouco a pouco convencido pelos relatos de Akeley sobre as criaturas aladas, porém meio que semelhantes a caranguejos. A super descrição de Wilmarth nos faz temer por Akeley, pelo Wilmarth, e por todo mundo que esteja envolvido e de alguma maneira ciente dos horrores daquelas criaturas.

Lovecraft é famoso por usar o "terror cósmico" ou "cosmicismo" em suas histórias e não só por isso: é o criador desse estilo de escrita. Constantemente, durante a leitura do livro, minha mente meio que se expandiu ao perceber que o terror que se tratava no livro não era simplesmente algo dentro do que eu considerava assustador, e sim ia muito além disso. Lovecraft, com sua incrível descrição e narração que te prendem ao livro a ponto de deixar em agonia, mexe com as nossas ideias de real e irreal, e quando ele mistura tudo isso, nos jogando na cara a insignificância humana em relação a todo o Universo, é que o medo realmente vem.


Durante a leitura, é impossível não sentir o temor e a curiosidade de Wilmarth. Quando ele é convidado a ir até a casa de Akeley, conseguimos sentir em cada momento a fusão de pensamentos que Wilmarth tinha em relação aquela visita, e aos acontecimentos que desencadearam aquele convite. O final do livro é "de cair os butiá do bolso", como dizemos aqui no Rio Grande do Sul. Lovecraft vai construindo, durante todo o livro o horror de Akeley, e com isso, o horror de Wilmarth. O final do livro nos puxa o tapete e é uma reviravolta tão rápida que impressiona. No fim das contas, o livro termina como começou: intrigante e cheio de mistérios.

Pra vocês sentirem um pouco da agonia que o livro dá, trago uma parte do relato de Wilmarth pra vocês:

"A iminência e a proximidade das colinas abobadadas tirou-me o fôlego. O caráter íngreme e abrupto das encostas era muito mais intenso do que eu havia imaginado e não parecia ter relação alguma com o mundo prosaico e objetivo que conhecemos. Os bosques densos e ermos naquelas encostas inacessíveis pareciam servir de abrigo a incríveis criaturas alienígenas, e tive a impressão de que o próprio contorno das elevações encerrava um significado críptico e esquecido por éons, como se fossem enorme hieróglifos deixados por uma suposta raça de titãs cujas glórias vivessem apenas nos sonhos mais belos e profundos. Todas as lendas do passado e todas as alegações das cartas e evidências de Akeley ressurgiram na minha lembrança para intensificar a atmosfera de tensão e de ameaça iminente. O objetivo da minha visita e as terríveis anormalidades que postulava de repente atingiram-me com um calafrio que por pouco não me fez esmorecer o meu ardor por estranhas descobertas."

Eu sou muito suspeita pra falar de Lovecraft, já que desde os onze ou doze anos eu leio livros dele. Esse é apenas mais da intrigante obra de Lovecraft, e eu não posso deixar de agradecer à Editora Hedra por ter me dado a oportunidade de representar um autor que eu gosto tanto. Obrigada, Hedra!

E obrigada a você por ter acompanhado essa resenha. Seguem algumas fotos à luz de vela que eu fiz do livro. Abraços e até a próxima resenha!





Wrote by Rafaela Ivo (@vultuspersefone)

Daaale gurizada linda! Eu tenho estado muito lazy na leitura, então comecei a procurar projetos de leitura. Perguntei no Universo Alternativo se as meninas conheciam algum desafio que podiam me indicar, e logo choveu de respostas das meninas me indicando livros <3 Fui juntando as indicações delas com os meus livros acumulados, mais uns temas aleatórios que inventei/achei em outros desafios de leitura eeeee... Tcharan! Surgiu o meu projeto de leitura.



Os 12 primeiros itens são contos do Projeto #12MesesDePoe. Como tô entrando no projeto agora, em junho, tenho que ler os seis primeiros contos, resenhar e discutir no fórum. Então, a partir dessa semana, vou começar a postar as resenhas dos posts. O projeto foi iniciado no blog da Anna, que aliás, é uma querida! Muitas meninas me ajudaram, como vocês podem ver na imagem, a Mari e a Larissa me indicaram livros. A Dança da Floresta foi uma indicação da Déborah! A Thays também me indicou o #12MesesDePoe :)

Imagem que eu peguei do site da Anna, pra ilustrar o post. Olha quantos livros lindos do Poe <3
Quanto aos livros que serão escolhidos por tema, tá rolando muita pesquisa! Se vocês quiserem, podem me indicar livros, vou adorar! Eu vou criar uma página aqui no blog com o Projeto de Leitura de 2016, pra quem quiser, acompanhar todos os posts da tag. Já tenho algumas ideias de livros temáticos, como por exemplo: de graphic novel quero a The Killing Joke. Já vi mais barata na Saraiva, mas né, vamos procurar até achar por um preço ok.

O próximo post do Desafio de Leitura já vai ser uma resenha de um dos contos do Poe. Se eu conseguir (odeio prometer e não cumprir, então não vou prometer nada) já vou trazer a lista de pelo menos alguns dos livros temáticos.

Sintam-se livres pra dar dicas e obrigada por terem acompanhado o post!

Beijão!


Wrote by Rafaela Ivo (@vultuspersefone)
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